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Melhore sua qualidade de vida atingindo o melhor potencial da sua visão através de cuidados avançados em oftalmologia.

Um pouco da minha história
Olá!
Minha história é marcada pela vocação e dedicação a medicina. Aos 17 anos iniciei a graduação na UFES, um sonho pra uma alguém simples, sem qualquer tradição familiar nesta área, mas que, com a benção de Deus se tornou possível. Em 2006 iniciei residência médica em oftalmologia também na UFES e em 2009 mudei pra São Paulo pra fazer especialização em Retina Cirúrgica e Catarata. Lá me interessei pela formação em Oncologia Ocular, a qual me dediquei por mais um ano, de forma que retornei a Vila Velha/ Vitória em 2012. Em 2015, após realizar certificação internacional em Oftalmologia, tive a oportunidade de complementar minha formação no New York Eye and Ear Hospital, instituição tradicional nos Estados Unidos. Sou casada desde 2010 e tenho duas filhas, que nasceram em 2016 e 2019. Tenho trabalhado nas áreas das minhas sub-especialidades desde 2012 em Vitória/ES e também tenho a satisfação de prestar assistência em oftalmologia pacientes e futuros colegas no Hospital das Clínicas/ Oftalmologia-Ufes, neste mesmo período até então.
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Anos de especialização

Médica Oftalmologista

Quando me procurar?

  • Ativo 11

    Injeções intravítreas

    Técnica utilizada para o tratamento de uma série de doenças da retina, como retinopatia diabética, degeneração macular relacionada à idade, uveíte...

  • Ativo 9

    Oncologia ocular

    Avalio formações neoplásicas (tumores) no olho e na órbita, diagnosticando a presença de tumores que podem ser classificados como benignos ou malignos

  • Ativo 10

    Exames complementares

    OCT-A, angiografia, ultrassonografia e outros

  • Ativo 12

    Vitrectomia posterior

    Técnica de cirurgia do corpo vítreo, o fluido gelatinoso que preenche o interior do globo ocular. Envolve equipamentos sofisticados para exames oftalmológicos, para procedimentos e cuidados pós-cirúrgicos.

  • Ativo 13

    Doenças da retina

    Retinopatia diabética, degeneração macular relacionada à idade, oclusões vasculares, telangiectasia macular e outros...

  • Ativo 14

    Catarata

    Os sintomas da catarata não surgem logo de início da doença, por isso ela é considerada um mau silencioso e deve ser tratada no consultório por um oftalmologista.

  • Ativo 15

    Laserterapia

    A laserterapia é usada no tratamento do melanoma intraocular, geralmente, quando a cirurgia ou a radioterapia são possíveis.

Perguntas frequentes

Não existe idade mínima. O oftalmologista pode ser consultado em qualquer idade.

Não. Os colírios são medicamentos, sob a forma de gotas. Assim sendo, podem causar efeitos indesejáveis, em certas situações. Por isso, só podem ser usados sob prescrição médica.

Anualmente, nos primeiros seis anos de vida (quando se completa a maturidade do sistema visual), e a cada dois anos, até os 40 anos, se não há problemas de visão. Após os 40 anos, os exames devem voltar a ser anuais.
Para prevenir a diminuição da visão e detectar doenças que só causam sintomas em estágios avançados. Exemplos: pressão alta nos olhos (glaucoma), tumores, diabetes, hipertensão arterial, doenças reumáticas, etc.
Não, o uso do óculos faz a correção do erro de grau enquanto os óculos estão diante dos olhos, quando você retira os mesmos, sua necessidade de grau continua presente. O grau do olho pode aumentar, diminuir ou estabilizar independente do uso dos óculos, porém é importante fazer seu uso, se houver necessidade, para ter uma melhor qualidade de visão e evitar possíveis desconfortos que podem causar.

Não, é necessário o exame oftalmológico anual para avaliação do grau e da saúde ocular, porém pode ser que não exista mudança do grau e estando os óculos em bom estado, não seria obrigatório a substituição.

O acompanhamento regular da criança ao oftalmologista, mesmo na ausência de queixas, deve ser cada vez mais difundido. O ideal é que consultas básicas durante a infância sigam uma cronologia, realizando avaliações e exames específicos para as doenças mais comuns durante cada faixa etária. De maneira geral, a primeira consulta deve ser realizada já com 6 meses! Mas atenção: mesmo com consultas regulares, algumas alterações podem aparecer nas crianças. Assim, sempre que identificar dores de cabeça frequentes, uma nítida dificuldade em ler ou assistir televisão — aproximando muitos os olhos da tela ou do livro —, além de lacrimejamento excessivo, vermelhidão e tremor ocular, pálpebras vermelhas ou inchadas, perda de equilíbrio e quedas, consulte um especialista o quanto antes.
Toda criança deve ser avaliada no primeiro ano de vida. Este exame é fundamental para detectar e tratar problemas que possam afetar o desenvolvimento normal da visão.

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Ao ser atendido, você encontra atendimento clínico individualizado e humanizado, dando tempo e atenção necessária para perceber suas dores e encontrar as soluções necessárias.

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